Simples assim: um poema em seis atos

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I
Toda vez que pensares em desistir da vida, feche os olhos e lembre-se da sensação dos dias bons.
E se não houver essas lembranças, desista.
II
Peço desculpas aos românticos.
Chega um tempo na vida em que não há como mistificar a realidade.
Se tá ruim, pode ser que piore. Pode ser que melhore. Quem saberá?
III
Sugestões dos outros são apenas sugestões dos outros.
No final das contas, quem vai se foder mesmo é você, com ou sem conselhos.
Ah! Isso é uma sugestão.
IV
Se o prato parecer indigesto, não coma.
A vida pode ser simples quando cremos nas obviedades.
V
Quando achar que nada mais pode dar certo
De repente você encontra um dinheiro perdido na rua
Bebe uma cachaça
E esquece a desgraça
VI
A verdade mesmo é essa:
Verdades não existem.
Escrito por Edna Telles, em 13/03/2015, às 04h28 em Lisboa (01h28 no Brasil)

Fonte da imagem: google imagens

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